terça-feira, 25 de agosto de 2009

Almoçando no restaurante macrobiótico

Acabo de chegar de um almoço no restaurante macrobiótico em Curitiba. Como esperava encontrei lá um conhecido que me apresentou ao grupo de frequentadores, já que era a primeira vez que eu almoçava lá. Logo, começaram as perguntas: o que vc faz? (doutorado), vc pratica macrobiótica? (sou apenas um simpatizante), etc. Essas foram minhas respostas, um tanto precavidas, sem entrar em detalhes. Logo, começaram tbm os comentários sobre o arroz.
Antes de eu entrar nestes detalhes, deixem-me dizer qual era o cardápio. Uma sopa de arroz com grão de bico, uma porção de arroz integral (claro), um nabo recheado com tofu e tahine, uma colher de acelga refogada e uma porção de raiz de lótus cozida.
Não vou, nesta oportunidade, entrar em detalhes, a respeito dos personagens, as figuras ali presentes, basta dizer que éramos mais ou menos em oito pessoas, que ocupávamos um pedaço do restaurante, que tbm serve comida "natural" para os menos sistemáticos.
Logo começaram, como disse, os comentários sobre o arroz, qualidade, forma de cozimento, etc. Um dos presentes, mais exaltados, começou logo a dar lições (teaching, como se diz em inglês). Então percebi que deveria ficar quieto e observar.
Logo começaram, como é normal, os pontos polêmicos. Como estudo argmentação, faço destes momentos meu laboratório. Sempre que tenho a oportunidade de presenciar debates (sejam de quaisquer natureza, mais ou menos exaltados) fico observando para ver como os participantes atuam. Meus preferidos são meus amigos educados, com nível de formação excelente, as pessoas comuns logo caem em contradições, ou não sabem como escapar de um contra-argumento, e ficam martelando na mesma tecla, se agarram aos seus argumentos e se possível naufragam com eles.

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